Mickey e Minnie Mouse: 12 fatos sobre os ratinhos que completam 91 anos

Há nove décadas, Walt Disney criava o casal de personagens que se tornaram reconhecidos e queridos ao redor do mundo todo

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Criação do produtor Walter Elias Disney, mais conhecido como Walt Disney, o ratinho Mickey Mouse é um dos personagens mais emblemáticos da cultura mundial. A aparição que lhe rendeu o sucesso foi no filme Steamboat Willie – que recebeu três traduções no Brasil: “Willie do Barco a vapor”, “O Vapor Willie”, e “Guilherme, o timoneiro”  – lançado em 18 de novembro de 1928.

Desde então, a data foi considerada aniversário do Mickey – e ainda o de Minerva “Minnie” Mouse, que também dá as caras no longa de animação. 

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O casal mais icônico de Hollywood, Mickey e Minnie, completa 90 anos (Foto: Flickr/Carlos)

Apesar das suas orelhinhas serem referência (e reconhecíveis) no mundo inteiro, há fatos sobre os ratinhos que muita gente não sabe. Por isso, fizemos uma lista com algumas curiosidades sobre os personagens: 

1. Coelhinho, que trazes pra mim?
O primeiro personagem elaborado por Walt Disney foi Oswald, o Coelho Sortudo, em parceria com a empresa Ub Iwerks. O bichinho animado foi bastante bastante popular nos Estados Unidos entre as décadas de 1920 e 1930. Quando Disney foi até Nova York tentar conseguir dinheiro para uma produção cinematográfica do coelho, investidores da Universal deram uma resposta negativa, causando uma briga entre eles, que terminou com a companhia dona dos direitos autorais do desenho. Foi só nos anos 2000 que a The Walt Disney Company comprou os direitos de Oswald de volta.

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Oswald, o Coelho Sortudo (Foto: Flickr/Hirotomo T/Creative Commons)

2. Ideia no expresso 
Sem autoridade sobre o coelho, Disney pega um trem para retornar a Los Angeles. No trajeto ele tem a ideia de criar um novo personagem: um ratinho com proporções circulares e orelhas marcantes. 

3. Como vai chamar?
O nome dado à criatura foi Mortimer e o sobrenome, Mouse (rato, em inglês), para evidenciar que o desenho era um roedor muito simpático. Lilian, esposa de Disney, contudo, achou a nomenclatura pouco convidativa para crianças e surgeriu Mickey. A partir disso surgiu Mickey Mouse e seu par romântico, Minnie Mouse. 

4. Apertem os cintos, o piloto sumiu
O primeiro filme em que Mickey e Minnie apareceram foi Plane Crazy (traduzido como “O Maluco do Avião”), lançado em maio de 1928. O longa de animação era mudo e não chamou muito a atenção de distribuidores, tornando-se um fracasso. 

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4. Continue a nadar
Mesmo assim, Disney não desanimou e lançou em novembro daquele ano Steamboat Willie, o primeiro filme que sincronizou animação e som no cinema. A produção foi um sucesso tremendo e conquistou o público.  

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5. Dogão completo?
Mickey foi o primeiro desenho animado a falar no cinema. Isso foi em 1929, com o curta-metragem The Karnival Kid. Suas primeiras palavras foram “hot dog, hot dog”. Ele sabe como é bom um cachorro-quente! Na ocasião, o próprio Disney fez a voz do personagem. Posteriormente, a dublagem foi feita por outros atores. 

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6. Você quer, Leonardo DiCaprio?
Completando noventa anos de idade, Mickey já apareceu em mais de 130 filmes. Destes, 10 foram indicados ao Oscar. A produção Me Dê Uma Pata (1941), estrelada por Mickey e seu cachorro Pluto, ganhou a estatueta de Melhor Curta-Metragem de Animação. O ratinho também participou da premiação do Oscar duas vezes: em 1998 ele subiu ao palco para entregar um envelope ao ator Tom Selleck. E depois em 2003, quando ficou ao lado da atriz Jennifer Garner. 

7. Jingle Bells
Mickey chegou na televisão em 1950. Na época, Disney produziu o especial natalino One Hour in Wonderland, exclusivo para a telinha. 

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8. Contraste
A suposta razão pela qual Mickey e Minnie – e seus amigos – têm as mãos brancas é simples: dessa maneira os espectadores que assistiam aos filmes podiam distinguir quando as mãos estavam contra seus corpos. Além disso, os personagens teriam quatro dedos para economizar dinheiro dos estúdios e tempo dos animadores. 

9. Medidas exatas
Para os atores que pretendem trabalhar como Mickey fantasiado em algum dos parques temáticos da Disney pelo mundo, é preciso ter entre 1,47 e 1,58 de altura. Além disso, é necessário conseguir fazer a assinatura do Mickey corretamente usando grandes luvas brancas. 

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10. Estrela até no chão
Em 1978, Mickey se tornou o primeiro personagem animado a ganhar uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Minnie também conseguiu a dela, em janeiro de 2018. 

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11. Volta ao mundo
Em alguns países o nome de Mickey Mouse é diferente. Na Itália, ele é conhecido como Topolino; na Alemanha como Micky Maus; e na China como Mi Lao Shu. Na língua espanhola é Raton Mickey, sendo que na Colômbia é Rato Miguelito. Já em sueco ficou Musse Pigg, e em finlandês, Mikki. 

12. Para ter dentro de casa
Mickey Mouse foi o primeiro personagem ser licenciado em escalas enormes. Os produtos iniciais com a carinha (e orelhas) do ratinho surgiram na década de 1930 – e não pararam mais. 

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Fonte: https://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2018/11/mickey-e-minnie-mouse-fatos-sobre-os-ratinhos-que-completam-90-anos.html

Livro mais emprestado no mês outubro*

Em outubro, o livro mais retirado pelos alunos na biblioteca Monteiro Lobato foi “O que tem dentro da sua fralda?”

Ratinho é muito curioso. Ele gosta de descobrir como tudo é por dentro. Nada escapa de Ratinho, nem mesmo as fraldas de seus amigos. Coelho, Cabrita, Cachorrinho, Bezerro, Potrinho e Porquinho, todos mostram suas fraldas. Então, claro, eles também querem ver a fralda de Ratinho. Uma grande surpresa os espera.


* Foi desconsiderado o livro do mês

Dica de leitura dos nossos alunos

“Era um belo domingão, e a família resolveu passar o dia na praia. Chamaram o tio, a vizinha, a empregada e embarcaram todos na perua. Mas a bagagem não cabe no porta-malas, alguém esquece os sanduíches em casa, Sílvio (o cachorro) some no meio da estrada, o filho mais novo some na praia… Acontece de tudo nesse dia, e Flavio de Souza, o autor, deixa que cada personagem conte um pedaço. É o ponto de vista deles que ganha destaque, tanto que até o cachorro narra uma parte (em língua canina, é claro)”.

29 de outubro – Dia Nacional do Livro

Em 29 de outubro, é celebrado, no Brasil, o Dia Nacional do Livro, mas você sabe por quê? A data foi criada em 1810 em comemoração à fundação da primeira biblioteca brasileira, a Real Biblioteca, no Rio de Janeiro, então capital do país.

Nesse dia, a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil e tornou-se a Biblioteca Nacional. Porém, o acervo chegou ao Rio de Janeiro antes, em 1808. Além de livros, havia manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas.

O Dia Nacional do Livro é uma data que merece ser celebrada, haja vista a importância da leitura para a formação do indivíduo.
O Dia Nacional do Livro é uma data que merece ser celebrada, haja vista a importância da leitura para a formação do indivíduo.

Dia Mundial do Livro

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), desde 1995, o Dia Mundial do Livro é celebrado no dia 23 de abril.

A data comemorativa é simbólica e tem origem na história da literatura mundial. Foi no dia 23 de abril que morreram três grandes escritores: o inglês William Shakespeare, o espanhol Miguel de Cervantes e o peruano Inca Garcilaso de la Vega.

O primeiro livro de que se tem relatos foi formado por trechos de um poema sobre um rei da Mesopotâmia, escrito em cerâmica e pedra. No entanto, o primeiro livro impresso foi a Bíblia, em 1455, pelo alemão Johannes Gutenberg.

Dia do livro infantil

Monteiro Lobato, um dos mais importantes escritores brasileiros, nasceu no dia 18 de abril de 1882. Como forma de homenagem por ele ter escrito grandes obras da literatura infantil, o dia do seu aniversário transformou-se também no Dia do Livro Infantil.

Sítio do Picapau Amarelo é a obra-prima da literatura infantil de Lobato. As histórias eram passadas em um sítio e contaram com personagens icônicos, como Narizinho, Dona Benta, Tia Nastácia, Cuca e Saci-Pererê.

Fonte: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/datas-comemorativas/29-outubrodia-nacional-livro.htm

138 anos de Pablo Picasso

É impossível falar da arte do século XX sem mencionar o nome de Picasso, um dos maiores expoentes da Arte Moderna. Nascido Pablo Diego José Francisco de Paulo Juan Nepomuceno Maria de Los Remedios Críspin Crispiano Santíssima Trinidad Ruiz Y Picasso, em Málaga na Espanha no dia 25 de outubro de 1881, ele foi pintor, escultor e desenhista e seu trabalho influenciou e transformou o rumo da arte aquele século. Filho de um pintor e professor de desenho, Picasso aos 13 anos já havia desenvolvido habilidades artísticas que o fizeram pintar aos 15 anos seu primeiro quadro denominado “A primeira Comunhão”. Antes de completar 20 anos, vivendo em Barcelona, conheceu e conviveu com artistas entre eles Toulouse-Lautrec e montou com Carlos Casagemas um ateliê. Em seguida muda-se para Paris onde aperfeiçoa suas habilidades e realiza novos contatos.

Pablo Picasso, 1962. Foto: Revista Vea y Lea / via Wikimedia Commons

Pablo Picasso, 1962. Foto: Revista Vea y Lea / via Wikimedia Commons

Morando no centro da Arte Moderna e capital das vanguardas europeias, ainda pobre e passando por necessidades, Picasso começava a ficar conhecido por sua extensa obra. Foi admirado por marchands que o incentivaram e logo seu nome começou a ganhar fama e, consequentemente, dinheiro. Inquieto e espirituoso, experimentou e passou por diversos estilos, buscando sempre inovar suas propostas.

Em 1901 profundamente sentido pela morte do amigo Carlos Casagemas e encantado pelas obras de El Greco – pintor maneirista do século XVI -, Picasso inicia sua Fase Azul (1901-1904) onde suas pinturas eram dominadas pela graduação da cor azul e das cores frias. As pinturas dessa fase passam uma sensação sombria, dolorido e triste. Foi um período difícil financeiramente para o artista. Ladrões, mendigos, velhos e doentes, foram temas recorrentes em suas pinturas.

Após esse período, morando definitivamente em Paris e seduzido pelas obras de Cézanne, inicia a Fase Rosa (1904-1906). Os temas tristes e depressivos de outrora deram lugar a arlequins e temas circenses, bem como a leveza da técnica. Foi nesse período também que realiza suas primeiras experiências com a escultura.

Insaciável, aproximadamente em 1907 entra em sua Fase Negra (1907-1909), caracterizada por uma visão sobrenatural do mundo. Nesse período dá suas primeiras pinceladas cubistas. As senhorias de Avignon (1907) se torna o marco inicial do movimento cubista que transforma significativamente a arte moderna. Em sua vasta trajetória experimentou diversos estilos que marcaram sua obra, dedicando-se também a cerâmica, a gravura e a escultura. Cada fase de suas pinturas estavam intimamente ligadas ao seu estado de espírito, mostrando-se fiel a suas emoções.

Em plena Segunda Guerra Mundial se filiou ao Partido Comunista e realizou uma de suas obras mais significativas – Guernica (1907), onde retratou, em forma de protesto, os horrores da guerra na cidade basca.

Seus relacionamentos, geralmente, conturbados com as mulheres são temas recorrentes e influenciaram suas pinturas. Quando estava prestes a se separar de sua primeira esposa, Olga Koklova, Picasso a retratou em Banhista sentada (1930). Seus filhos também foram temas de suas pinturas como na tela Paul, como um arlequim (1924).

Também era um amante da fotografia. A fotografia o auxiliou no trato com a pintura como na obra Guernica onde 36 imagens fotográficas foram o ponto de partida para a pintura.

Ainda, no fim de sua vida aos 87 anos, produziu 347 gravuras, encerrando sua produção alguns anos mais tarde depois de problemas de saúde. Aos 90 anos foi o primeiro artista vivo a receber uma exposição na Grande Galeria do Museu do Louvre. Morre em 08 de Abril de 1973 na França deixando uma vasta herança cultural e artística.

Fonte: https://www.infoescola.com/artes/pablo-picasso/

Ziraldo completa 87 anos!!

Biografia!

Ziraldo

Ziraldo Alves Pinto nasceu no dia 24 de outubro de 1932, em Caratinga, Minas Gerais. Começou sua carreira nos anos 50 em jornais e revistas de expressão, como Jornal do Brasil, O Cruzeiro, Folha de Minas, etc. Além de pintor, é cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista e escritor saci Pererê

A fama começou a vir nos anos 60, com o lançamento da primeira revista em quadrinhos brasileira feita por um só autor: A Turma do Pererê. Durante a Ditadura Militar (1964-1984) fundou com outros humoristas O Pasquim – um jornal não-conformista que fez escola, e até hoje nos deixa saudades. Seus quadrinhos para adultos, especialmente The Supermãe e Mineirinho – o Comequieto, também contam com uma legião de admiradores.

Em 1969 Ziraldo publicou o seu primeiro livro infantil, FLICTS, que conquistou fãs em todo o mundo. A partir de 1979 concentrou-se na produção de livros para crianças, e em 1980 lançou O Menino Maluquinho, um dos maiores fenômenos editoriais no Brasil de todos os tempos. O livro já foi adaptado com grande sucesso para teatro, quadrinhos, ópera infantil, videogame, Internet e cinema. Uma seqüência do filme deve ser lançada em breve!

Os trabalhos de Ziraldo já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol, alemão, francês, italiano e basco, e representam o talento e o humor brasileiros no mundo.

Obras de Ziraldo

  • Flicts (1969)
  • Jeremias, o Bom (1969)
  • O Planeta Lilás (1979)
  • O Menino Maluquinho (1980)
  • A Bela Borboleta (1980)
  • O Bichinho da Maçã (1982)
  • O Joelho Juvenil (1983)
  • Os Dez Amigos (1983)
  • O Menino Mais Bonito (1983)
  • O Pequeno Planeta Perdido (1985)
  • O Menino Marrom (1986)
  • O Bicho Que Queria Crescer (1991)
  • Este Mundo é Uma Bola (1991)
  • Um Amor de Família (1991)
  • Cada Um Mora Onde Pode (1991)
  • Vovó Delícia (1997)
  • A Fazenda Maluca (2001)
  • A Menina Nina (2002)
  • As Cores e os Dias da Semana (2002)
  • Os Meninos Morenos (2004)
  • O Menino da Lua (2006)
  • Uma Menina Chamada Julieta (2009)
  • O Menino da Terra (2010)
  • Diário de Julieta (2012)

Fontes: https://www.ebiografia.com/ziraldo/

http://www.educacional.com.br/ziraldo/biografia/bio.asp

Ignácio de Loyola Brandão toma posse na Academia Brasileira de Letras

O novo imortal ocupa a cadeira de número 11 da Academia Brasileira de Letras.

Ignácio de Loyola Brandão toma posse na Academia Brasileira de Letras

Ignácio de Loyola Brandão toma posse na Academia Brasileira de Letras

Tomou posse nesta sexta (18), o novo imortal da Academia Brasileira de Letras. Ignácio de Loyola Brandão ocupa a cadeira de número 11.

Noite de fardão e foto oficial. Os imortais se reuniram para receber o novo acadêmico, seguindo a tradição centenária. ABL se renova com a chegada de Ignácio de Loyola Brandão, que, no seu discurso de posse, citou frases publicadas em redes sociais. Ele fez homenagens aos acadêmicos que antes ocuparam a mesma cadeira, como Hélio Jaguaribe, e leu trechos de reflexões do sociólogo sobre o Brasil.

Paulista de Araraquara, Ignácio de Loyola Brandão se tornou popular entre os leitores brasileiros com obras como “Zero” e “Não Verás País Nenhum”.

“Estamos entre aquele que veio, aquele que parte e aquele que chega, portanto é uma grande alegria esse convívio que teremos com o Ignácio, um horizonte de construção, de afeto e de boa vontade e de diálogo”, diz Marcho Lucchesi, presidente da ABL.

O novo imortal contou que pretende continuar próximo dos leitores para divulgar a literatura, descobrir talentos e defender a liberdade de expressão: “Eu vivi a proibição do meu livro mais importante, o ‘Zero’. Eu não quero que isso mais aconteça. Eu quero que tudo seja livre e a academia tem um peso que pode me ajudar a fazer essas coisas. Então, eu tenho que entrar na academia para ver até que ponto eu posso fazer isso, mas eu tenho certeza que eu posso”.

Fonte: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/10/19/ignacio-de-loyola-brandao-toma-posse-na-academia-brasileira-de-letras.ghtml